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Você utiliza ou conhece alguém que já utilizou as redes sociais para divulgar pontos de blitz que ocorrem em estradas ou rodovias? 

 

Pois saiba que essa atitude é considerada uma prática criminosa, que pode resultar em pena de reclusão de um a cinco anos para quem for flagrado realizando a ação.

 

O ato de divulgar os locais onde estão acontecendo as blitz é uma prática antiga e que causa transtornos para os profissionais da segurança pública. Porém, com o avanço e incremento das redes sociais, esse ato tem se tornado cada vez mais comum. Por meio do WhatsApp e Facebook, diversos grupos são criados com o objetivo de alertar os outros motoristas sobre as atividades de fiscalização.

 

Um caso recente, que ocorreu ainda nesta semana, chamou a atenção dos alagoanos, quando um grupo, composto por cerca de cinco pessoas, foi identificado pelo Batalhão de Polícia Rodoviária (BPRv) como autor de 15 grupos que divulgam informações sobre as fiscalizações no Estado. Áudios divulgados nos grupos

 

Os áudios divulgados pelos membros dos grupos do WhatsApp, relatam os locais onde as blitze se instalam para flagrar os motoristas que atuam irregularmente em Alagoas.

 

Nos áudios compartilhados, os autores informam os locais de parada e o sentido onde a fiscalização está situada.

 

Além disso, os membros dos dos grupos informam também todo o percurso realizado e se a região está “limpa” – como eles intitulam.

Este é um crime previsto no Art. 265 do Código Penal e é uma prática de atentado contra a segurança de serviço de utilidade pública, que é quando populares prejudicam algum serviço público, que no caso é a segurança pública que está sendo prejudicada pelo vazamento de informações a respeito de blitz.

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